Meditações
”E também vale ler Meditações.”
Mário Sergio Cortella é filósofo, educador e escritor brasileiro, conhecido por seu trabalho de divulgação filosófica e reflexão sobre ética, liderança e educação. Professor há décadas e autor de diversos livros de grande circulação no Brasil, tornou-se uma das vozes públicas mais reconhecidas quando o assunto é filosofia aplicada ao cotidiano e à vida profissional.
Sua lista de recomendações revela uma curadoria ancorada nos grandes clássicos do pensamento ocidental: de Platão (Fédon) a Aristóteles (A Política, Arte Poética, Arte Retórica), passando por Descartes, Marco Aurélio, Maquiavel e Tomás de Aquino. A Pedagogia do Oprimido, de Paulo Freire, aponta seu compromisso com a tradição educacional crítica brasileira, enquanto Reinações de Narizinho, de Monteiro Lobato, sugere apreço pela formação leitora desde a infância. É uma lista de quem acredita que o repertório filosófico e literário canônico é a base indispensável para pensar com rigor.
”E também vale ler Meditações.”
”É um dos clássicos que há que se ler”
”Um livro que narra uma aventura no século 5 e, ao mesmo tempo, tem toda uma reflexão sobre qual é a origem da vida. É maravilhoso. São mais de seissentas páginas de alegria pura”
”Tem que passear por ela. É fundamental. É produção humana, porque é beleza, é encantamento, é ensinamento”
”Também vale a leitura de Arte Retórica e Arte Poética, muito marcante para se compreender o lugar da arte, o lugar da percepção, da comunicação humana”
”E também vale ler Meditações. Meu primeiro livro foi uma obra sobre Descartes, e mexeu comigo porque ele trouxe algumas das ideias mais firmes deste pensador em relação à dúvida metódica”
”Foi o primeiro livro que eu li na minha vida. E recentemente ganhei as obras completas de Monteiro Lobato.”
”Também vale a leitura de Arte Retórica e Arte Poética, muito marcante para se compreender o lugar da arte, o lugar da percepção, da comunicação humana”
”Ele busca capturar aquilo que é a necessidade de uma formação que leve a pessoa a romper as suas amarras.”
”Fundamental para entender a filosofia. No século 12, ele agregou a ciência e a filosofia, a razão e a fé num movimento muito forte retomando Aristóteles”
”Uma das obras mais belas que eu já vi na vida, que fala sobre a imortalidade da alma”