”Tenta sugerir que os gregos como os conhecemos agora não eram as pessoas que existiam nos tempos de Platão, Aristófanes e Sócrates, mas que essas pessoas tinham um componente africano negro.”
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Martin Bernal desafia a narrativa tradicional sobre as origens da civilização grega, argumentando que as influências africanas e semitas foram subestimadas ou apagadas. Uma obra revisionista controversa que reexamina a história clássica através de uma lente mais inclusiva, questionando pressupostos acadêmicos de longa data.
”Tenta sugerir que os gregos como os conhecemos agora não eram as pessoas que existiam nos tempos de Platão, Aristófanes e Sócrates, mas que essas pessoas tinham um componente africano negro.”